Bonita Doce Pimenta

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

REVISTAS FEMININAS


Mulheres que só pensam em sexo
É o que se conclui ao folhear as revistas femininas com suas promessas de mais prazer, mais sucesso e mais beleza: a mulher moderna resolveu todos os problemas com relação à educação dos filhos, já pode pensar em si mesma sem culpa, pode dar prioridade à carreira e pensar em se manter jovem e bonita para sempre. Problemas, se tem, segundo as revistas, é na área do prazer. Cada vez mais a mulher luta pelo seu sagrado direito ao orgasmo.
Embora a mulher continue a grande encarregada da educação dos filhos, a leitura das revistas femininas, hoje em dia, nos leva a uma conclusão: essa preocupação deixou de ser prioridade para a mãe moderna. A grande, única e prioritária preocupação das leitoras – além da forma física e de estar na moda – é sexo. Até mesmo quando se trata dos filhos. Nas revistas disponíveis nas bancas em janeiro, a única matéria sobre filhos que se destaca é a que mostra como lidar com um filho adolescente gay. Claro que o assunto é espinhoso e merece destaque, mas não é, certamente, o único.
Um peso maior
Quem trabalhou em revistas femininas sabe que filhos – e por extensão relações familiares – eram tema obrigatório de toda edição. E que as revistas se orgulhavam de ajudar a dona-de-casa e mãe a criar melhor os filhos. Mulheres que viviam em dúvida sobre as creches, a formação dada pelas escolas, a melhor forma de conciliar o trabalho e a educação dos filhos. As entrevistadas tinham dúvidas, pediam ajuda, queriam diminuir a culpa por pensar numa carreira e em como conciliar sua evolução pessoal com a felicidade dos filhos.
Ou as mulheres resolveram de vez o problema – o que é pouco provável – ou as revistas femininas decretaram que a mulher mudou e não quer mais saber desse tipo de assunto. Uma hipótese ainda mais triste é a de que as jornalistas de revistas femininas acreditem que não há mais espaço para reflexão e discussão de temas nas suas páginas coloridas e caras, perfeitas para destacar roupas, maquiagem e produtos de consumo. Talvez se acredite que o espaço para temas pesados, com cara de tese de mestrado, esteja preenchido pela internet.
A verdade é que, para quem tem dúvidas, tempo e paciência, material não falta na internet. Ao digitar a expressão "educação de filhos", em três ferramentas de busca, o resultado é, no mínimo, assustador: no UOL Busca aparecem 94.941 páginas sobre o tema; 2.310.000 no Google e 1.400.000, no Yahoo.
Esses números servem para provar que tem muita gente pensando no assunto e, o melhor, querendo passar as informações adiante. Mostram que só o fato de a rede aceitar tudo e abrir espaço para o debate não significa que a mídia impressa tenha que retroceder. Mesmo porque a parcela de pessoas conectadas, com tempo para pesquisar, ainda é bem pequena. E prova também que os internautas têm acesso ilimitado à informação, desde que tenham tempo para pesquisar.
Mas, ao contrário de jornais e revistas que têm credibilidade e por isso dão segurança ao leitor, na rede tudo é permitido. Para a leitora fiel de Claudia, Nova, Criativa ou Elle, só para citar algumas, o fato de um assunto aparecer na revista tem um peso maior, como se o problema – ou a solução – tivesse mais relevância porque mereceu espaço na revista.
Uma parcela da luta
Talvez por isso as dietas, a moda e os tratamentos de beleza tenham o peso monumental que têm hoje. São temas com os quais as revistas bombardeiam as leitoras, como num lento e gradual processo de lavagem cerebral. De tanto ouvir falar em botox, cirurgia redutora de peso e outros modismos transformados em "tendências" pelas revistas femininas, as leitoras vão acabar acreditando que isso e o sexo são as únicas coisas realmente importantes na vida. Mas é conversar com duas ou três mães modernas – que trabalham fora, querem fazer carreira, mas não abrem mão da criação dos filhos – para perceber que elas continuam tendo as mesmas dúvidas de sempre.
Querem, por exemplo, saber como limitar o uso do computador pelos filhos, como socializar as crianças que se escondem atrás da máquina para evitar os confrontos inevitáveis da adolescência; perguntam-se se o fato de a menina não ligar para a aparência é normal e, principalmente, questionam-se se estão fazendo o melhor pelos filhos. E aí, quando procuram uma reposta nas boas e confiáveis revistas femininas, não encontram nada. Sobram os programas femininos, os programas de entrevistas e os comportamentos eventualmente discutidos nas novelas ou suplementos de jornais.
Ninguém quer que as revistas femininas tratem a mulher como rainha do lar, a mulher cri-cri de triste memória. Mas seria bom lembrar que, apesar de todo o caminho percorrido, as mulheres ainda têm dupla jornada e dupla carga de culpa, porque acabam carregando os filhos e a casa nas costas. Seria bom lembrar, principalmente, que ao queimar sutiãs em praça pública as feministas não lutavam pelo direito ao orgasmo. A liberdade sexual era apenas uma pequena parcela da luta pela igualdade. Uma luta que, ao que tudo indica, não foi corretamente interpretada pelas revistas que deveriam falar em nome das mulheres e para as mulheres.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Lydiane


Nesses dias tenho pensado muito em você, tenho imaginado seu sorriso alegre, seu jeito de balançar os cabelos, nas suas mãos pequenas rss... Eu queria saber uma forma de fazer chegar onde você esse sentimento intenso, que toma conta de mim e é com doçura que falo seu nome, com muita saudade, com vontade de estar bem perto de te dar um abraço bem demorado. Acontece que palavras nunca conseguem dizer o que eu realmente sinto, o que sinto é grande demais, intenso demais. Tenho mesmo é vontade de rir com você de coisas bobas, eu queria enlouquecer com você, mergulhar na vida com você, chorar com você, voar com você, que entende bem minhas loucuras, porque elas também são tuas. Isso tem um nome minha querida irmã, SAUDADES, minha bela flor querida de sorriso largo feito o meu rss... Vê se fica bem logo, rapidinho. Hoje o que te desejo é saúde, muita saúde. Logo, logo estaremos rindo juntas novamente.
Amo muuito você!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Chic


Ser chique é um assunto mencionado, debatido e muuiiiito discutido na televisão, na rádio, nos jornais e revistas... Resolvi dar meu...Pitaco? nesse assunto...

Ser chique é muito mais do que usar uma roupa. É uma filosofia de vida... É ter uma boa postura. É ter estilo, bom senso, ser educada (isso vale no mundo real e virtual viu, gentemmmmm)?

É saber se comunicar com as pessoas com educação e de maneira autêntica.

Ser chique é algo que vem mais de dentro (seu eu - tudo que o torna único!) do que de fora (suas roupas) não desmerecendo nossos acessórios e roupagens que são essenciais!!!

Ser chic é ter atitudes distintas, auto-confiantes que florescem em nós.

Por isso, ser chique não está só na aparência, está na civilidade também, no autoconhecimento, na nossa imagem pessoal, na forma que nos comunicamos!

Como e o que comunico? O que eu estou querendo passar com a minha imagem?

Comunicamo-nos através da linguagem verbal (que é consciente, racional e explícita), da linguagem não verbal (nossas posturas, gestos, expressões faciais e movimentos corporais) que podem contradizer a linguagem verbal e da linguagem simbólica (as roupas que usamos, a decoração do nosso quarto, os objetos que nos cercamos) que diz muito de nós mesmos antes de alguém nos conhecer...

Tudo isso fala muiittoooo da gente!

Idade, trabalho, cidade, tudo isso conta também para nossa visualização.

Ou seja, o que vestimos deve condizer com o nosso estilo de vida! Senão o nosso look se torna meio artificial!

Eu realmente me conheço?

Como saber que imagem passar se não temos autoconhecimento? É impossível!!!


Se você folhear inúmeras revistas ou livros, em cada uma o "ser chic" vai ter definições e conceitos diferentes e até mesmo contrastantes!

Que tal perceber que ser "chic" é um conceito maleável e versátil... e começar a explorar, expressar e definir o seu próprio estilo de ser "chic"?

Tudo bem ter uma "musa" chic que admiramos... Mas, é bom ter em mente que isso não norteia nossas escolhas... pois existem muitos conceitos e definições de ser "chic" e cada um tem que procurar compor o seu!

Temos que ir atrás de nós mesmos para poder sermos cada vez mais o que realmente somos em nossa essência e o que queremos ser em nossa existência!

Texto: Blog Vila Mulher


E pra vocês, o que é ser CHIC?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Seis anos...



Hoje acordei e ao me virar vi seu bilhete de amor, abri um largo sorriso. Seis anos anos desde aquele encontro,que mais parecia um reencontro de almas, em Caldas Novas, no fim de tarde de domingo, eu usava chapéu para proteger-me do sol, e foi aí que tudo começou, e lá se foram seis anos de encontros e poucos desencontros, de sorrisos, lágrimas, sonhos, conquistas e nunca, por nem um momento nos separamos, ou demos um tempo, nosso amor é tão grande que não desistimos nunca! Pois é, seis anos de muito amor... É claro que as vezes pegamos caminhos diferentes mas no fim chegamos juntos no mesmo ponto. As vezes nos perguntamos: Como pode duas pessoas tão diferentes darem tão certo? Só pode ser amor...


pode parecer promessa
mas eu sinto que você é a pessoa
mais parecida comigo que eu conheço
só que do lado do avesso *


você direito, e eu avesso
ou eu direito, você avesso
importa não


o que importa
é botar os meus pés juntinho dos teus
na hora de ir pra cama
e no escurinho
a gente se iluminar


Feliz Aniversário de namoro meu bonito.

Te amo imenso!

Beijos da sua Bonita



* 'Avesso', de Ceumar e Alice Ruiz

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Conclusão


Tem coisas que não dá para deixar para depois, não dá pra deixar de dizer o que sente vontade para depois, não dá para dizer um bom palavrão depois, não dá para rir depois, não dá para terminar um relacionamento depois, não dá para ter um filho depois, não dá para sonhar depois, não dá para por os pés no chão depois, não dá para lutar depois, não dá para fazer dieta depois, não dá para acreditar depois, não dá para ensinar depois, não dá para lamentar depois, não dá para acertar depois, não dá para fazer aquela viagem depois, não dá para chegar depois, não dá para beijar depois, não dá para correr depois, não dá para viver depois, não dá para morrer depois, não dá para ser feliz depois, não dá para amar depois... Se quer alguma coisa, se quiser viver algo, tem que ser AGORA!

É isso!
Quem sair por último apague a luz.